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sexta, 15 janeiro 2010 12:16

«A Crioulidade Não Existe Em Angola»

Entrevista de Aguinaldo Cristóvão

O luso-tropicalismo é uma falácia. De invenção brasileira passou a doutrina do fascismo em Portugal. É por isso um anacronismo, segundo Luís Kandjimbo.

 

 

 

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quinta, 14 janeiro 2010 20:06

Romance é Reflexão

Entrevista à Época

O maior escritor da língua portuguesa, José Saramago, de 75 anos, Prémio Nobel de Literatura de 1998, acaba de lançar no Brasil o livro Don Giovanni ou O Dissoluto Absolvido (Companhia das Letras, 136 págs., R$ 29,00) . Na realidade, é uma peça de teatro, uma comédia, pensada para virar libreto em italiano de uma ópera. A parceria com o compositor italiano Azio Corghi já resultou numa ópera, que deveria ter sido estreada no teatro alla Scala de Milão em Março, mas uma greve adiou a estreia para data indeterminada.

 

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quinta, 31 março 2011 08:01

«A Literatura Nasce na Ilha da Leitura»

Entrevista de: Aguinaldo Cristóvão

Os estudos culturais vêm sedimentando, nas últimas décadas, um espaço de reflexão teórico cujo objectivo acaba por ser o redimensionamento do que, por séculos, os aparatos culturais do ocidente branco-europeu procuraram deliberadamente rasurar. É essa a acepção de Laura Cavalcanti Padilha, professora de literatura da Universidade Federal Fluminense (Brasil). Ela tem-se dedicado, dentro do seu objecto de trabalho, à literatura angolana, no quadro do aumento significativo da expressividade desta literatura além fronteiras. É, pois, sobre literatura e outras coisas que a professora acedeu falar, quando aprestava-se para mais uma viagem de trabalho.

 

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Entrevista de Aguinaldo Cristóvão

Reza a história que os primeiros 40 membros da UEA são fundadores e estiveram nos dois primeiros dias de vida da associação. Eduardo Fernandes Pimenta é o membro 44. Nesta conversa, o autor conta as mais importantes passagens da sua vida, revelando-se preocupado com os aspectos discriminatórios da sua raça, a negra. Por isso, centra a sua atenção no musseque e no quimbundo, cujos valores transcendem os períodos históricos do país.

 

 

 

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Entrevista de Aguinaldo Cristóvão

A literatura angolana está de parabéns. Kudijimbe, pseudónimo literário de Nicolau Sebastião da Conceição, pensa que já se escreveu muita coisa boa e bonita, e que vão surgir mais factos positivos ainda. «Nós temos trabalhado muito, nós temos escrito muito. As pessoas estão admiradas com Angola neste aspecto, por isso eu encorajo a nossa gente a continuar a escrever». Militar com patente de oficial superior, o escritor encoraja os seus colegas militares a escrever o que viveram e o que lhes vai na alma. Nesta conversa, Kudijimbe revela o que se passa coma Brigada Jovem de Literatura de Angola.

 

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Entrevista de Aguinaldo Cristóvão

«A multiplicidade os exemplos de adjectivação patentes na minha obra, reafirmava o meu desejo de concretização de um projecto com função gramatical: homenagear, em percursos da expressão sugestiva da metáfora, da metonímia e do símbolo, um magnífico tempo verbal: o pretérito imperfeito do indicativo. E decidi oferecer à sociedade por escrito e em universo poéticos estes versos (...)» In: Lugar e Origem da Beleza

 

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Entrevista de Aguinaldo Cristóvão

Artur Pestana dos Santos, escritor angolano, teve na guerrilha o epíteto que hoje lhe vale para a literatura: «Pepetela». É este o nome que encabeça a lista dos escritores angolanos mais lidos e conhecidos, também, no estrangeiro. Para ele, o Estado angolano deveria adoptar uma política para fomentar o gosto pela leitura. Os intelectuais têm o direito e o dever de exprimir as suas opiniões e até revoltas, mas aos leitores cabe a tarefa de interpretar um livro como quiserem.

 

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Entrevista de Aguinaldo Cristóvão

Ao prefaciar o livro Tanto Amor, o escritor angolano Manuel Rui chama a atenção, ainda em 1989, para o arrojo inaugural de João Melo no contexto sócio-literário angolano. Referia-se a «coincidência da busca da nudez verbal com a sublimação do corpo, do gesto e da totalidade de existir na fugacidade orgásmica». Este foi o primeiro passo de João Melo rumo a uma estilística que se ajusta à sua maneira de encarar a poesia: o escritor deve incomodar às vezes, mas, sobretudo, deve ser livre de criar.

 

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Entrevista de Aguinaldo Cristóvão

Na azáfama do pós independência, enquanto a literatura colonial e os escritos de cárcere eram publicados, verificou-se que as crianças não tinham nada para ler. Nenhum livro de autores angolanos havia sido publicado para preencher esta lacuna. Neste processo, Dario de Melo destacou-se, de entre um grupo de escritores. Autor de mais de 18 livros e perto de 100 estórias, Dario já foi professor e inspector primário, numa vida que ainda lhe ofereceu o cargo de director do Jornal de Angola, o único diário angolano.

 

 

 

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Entrevista de Aguinaldo Cristóvão

Poeta de longa carreira, prosador, ex militar e hoje médico, João Tala encerra uma vida repleta de momentos, os mesmos que compõem os níveis da sua composição poética. Para ele, o tratamento poético é, muitas vezes, irracional, embora exija do seu autor determinados conseguimentos estético-temáticos para alcançar o produto final. E explica como “coseu” o seu primeiro livro de prosa

 

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