Cantos de Amor
«No meu quarto deserto e mundo deitado no colchão estendido como tábua e a pensar. Lá fora a noite como que manto escuro cobrindo o meu triste mundo, o mundo dos homens. E em mim o desejo caudaloso das águas dos rios- que se ânsias em conflito -- hão – de desaguar, calmamente, na tua terra...» (Extracto da pág16)
Informação Adicional
- Autor: Álvaro Macieira
- Editora: UEA
- Ano: 1995
Publicado em
Extractos
