A Erosão do Fogo
«Sinto-me poeta quando bebo o ópio do teu ósculo E ressuscito na maré alta da tua kilapanga Sinto-me poeta Quando sinto a calefacção da tua nudez A insuflar este desejo de peregrinar em ti Sinto-me poeta Quando desfaço o fracasso dos meus passos No pulso do teu abraço melado e castiço Sinto-me poeta (Extracto da pág. 37)
Informação Adicional
- Autor: António João Manuel Dos Santos
- Editora: UEA
- Ano: 2002
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Extractos
