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No Antigamente na Vida

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«Alexandra, mussequenha rainha de nossas imberbes brincadeiras inocentes com tuas saias alevantadas, porque abandonaste minha mão, foste erguer o cobarde mijado? A vida é xalada, Candinho- o que eu queria fazer e não fiz, ela adiantou e ai eu renasci: mau, com todos os émes da terra. Tinha de passar luta, lutámos. No silêncio, sem xingo nem grito, chuva empapando nossos corpos no rebolar dos capins. Unhas afiadas xindando as peles nuas, o oco dos socos de fracos punhos , só raiva que enchia nosso respirar. E os olhos de Xana quietos. - Me larga meus ovos! Nos ovos não!... - o entre as pernas apertava, ele é o primeiro a berrar a dor. Mas me virou de bassula, era mestre, eu esqueci. Só sentia a vala perto, muximanso de ...» (Extracto da Pág121)

 

 

Informação Adicional

  • Autor: José Mateus Viera da Graça Viera
  • Editora: Edições 70
  • Ano: 1975

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1.º de Maio - CEP 2767 Luanda

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