Na nota escrita pelo escritor José Luís Mendonça, à obra de Giuseppe Mistretta, "...existe um fio condutor que atravessa a missanga narrativa desta antologia que é aquilo que se pode chamar de escrita pedonal. Em vez de manuscritos, estes contos, ou estas fábulas são pedescritos. Luís Mendonça considera que o autor "os escreve com os pés da alma rente ao chão nosso de cada dia, lemos um curso de vidas terra-a-terra, naquilo que amarra o homem ao conceito de necessidade, e constata-se aqui uma escrita terra-a-terra, tanto na sua dimensão imagética, quanto na dimensão técnico-formal, através de uma linguagem coloquial, de um nível normal ou corrente."