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Nascida em Coimbra, em 1962, Inês Pedrosa licenciou-se em Lisboa, na Universidade Nova, em Ciências da Comunicação. De convicções fortes e um grande fascínio pela escrita e pela literatura, Inês envolve-se apaixonadamente em todos os trabalhos que realiza. Integrou a equipa fundadora do Independente e foi directora de uma conceituada revista feminina, a Marie Claire, colaboradora do Expresso e da revista Ler. Em 1991 lança o seu primeiro livro. Hoje conta com oito livros publicados. E foi a propósito desta carreira brilhante que fomos ao encontro de Inês Pedrosa, que desde o primeiro minuto se mostrou receptiva a colaborar com o EscritaCriativa.com.

 

Pertence à chamada Geração de 80. É uma personalidade multifacética e interventiva. A sua vocação literária espraia-se pela crónica, ensaio e sobretudo pela poesia. A entrevista que se segue incide fundamentalmente sobre o poemário Idade Digital do Verso e sobre aquilo que é, no seu entendimento, a arte da poesia e a sua relação com o mundo. "Eu sou a voz dos que não têm voz", afirma, categórico, Conceição Cristóvão.

 

Ondjaki Ndalu de Almeida nasceu em Luanda em 1977. Licenciado em Sociologia, desde cedo que se interessou pela pintura e pelo teatro. Recebeu em 2000 uma menção honrosa no prémio António Jacinto (Angola) pelo livro Actu Sanguíneu e participou em algumas antologias internacionais e portuguesas. Entre as várias obras publicadas destaque para O Assobiador (novela, 2002), Yari, a menina das cinco tranças (romance, 2004), E se amanhã o medo (contos, 2004, Prémio António Paulouro), Os da minha rua (estórias, 2007), AvóDezanove e o segredo do soviético (romance, 2008 que venceu o Prémio Jabuti no Brasil) e o livro de poesia Materiais para a confecção de um espanador de tristezas (2009). Também escreve para teatro, é o caso desta peça Os vivos, o morto e o peixe-frito (teatro, 2009 - Ed. especial, BRASIL) e cinema, tendo co-realizado com Kiluanje Liberdade um documentário sobre a cidade de Luanda (Oxalá cresçam pitangas – histórias de Luanda, 2006). É membro da União dos Escritores Angolanos. Alguns livros seus foram traduzidos para francês, espanhol, italiano, alemão, inglês, sérvio, sueco e chinês.

Entrevista de: Aguinaldo Cristóvão

Os estudos culturais vêm sedimentando, nas últimas décadas, um espaço de reflexão teórico cujo objectivo acaba por ser o redimensionamento do que, por séculos, os aparatos culturais do ocidente branco-europeu procuraram deliberadamente rasurar. É essa a acepção de Laura Cavalcanti Padilha, professora de literatura da Universidade Federal Fluminense (Brasil). Ela tem-se dedicado, dentro do seu objecto de trabalho, à literatura angolana, no quadro do aumento significativo da expressividade desta literatura além fronteiras. É, pois, sobre literatura e outras coisas que a professora acedeu falar, quando aprestava-se para mais uma viagem de trabalho.

 

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