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Entrevista de Claúdio Daniel

Escolhi a condição de ser poeta, por ser, um ser confuso, incompleto, sempre pronto a ser forjado, moldado, formado e transformado. Sinto que nesta condição acomodo-me no triângulo ritualístico, no processo de transmigração.

 

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A literatura africana tem sido objecto de estudo em universidades europeias e americanas. Além dos países de expressão portuguesa que se têm debruçado sobre ela, países como França, Estados Unidos ou Cuba hoje conhecem mais a literatura angolana do que há cinco anos atrás. Entre os escritores e estudiosos de literaturas africanas de expressão portuguesa com que viemos conversando, Michel Laban é dos mais destacáveis.

 

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sexta, 15 janeiro 2010 13:39

"Sou um Recoletor de Sonhos e Ecos"

Entrevista de: Aguinaldo Cristóvão

Que adjectivo atribuir a um escritor que, tal como tantos, ainda não se consideram como tal? Que dizer, se a sua poesia surge entrelaçada com a pintura, e a escultura lhe surge como uma consequência necessária de um homem com alargada visão política? Tantas interrogações merecem resposta. Fernando Costa Andrade, que nos últimos anos assina apenas com o pseudónimo "Ndunduma", é membro fundador da União dos Escritores Angolanos. Há escritos segundo os quais ele ajudou na materialização da sua constituição.

 

 

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sexta, 15 janeiro 2010 13:35

"Sou um Homem do Mato"

Entrevista de: Isaquiel Cori

Autor de três romances, Jacinto de Lemos é sempre ansiosamente aguardado pelo público. Dono de uma escrita versátil, popular, os seus temas giram em torno da infância e dos conflitos gerados pela crença no feitiço. Undengue (UEA) mereceu, em 1986, menção honrosa no concurso Sonangol. O Pano Preto da Velha Mabunda (INALD, 1999) foi adaptado ao teatro e esgotou-se rapidamente, tornando-se numa raridade bibliográfica. O seu mais recente livro é A Dívida da Peixeira, prémio Sonangol em 2002. Conceição Cristóvão, poeta e ensaísta, escrevendo sobre Jacinto de Lemos disse que «entre os escritores da nova geração temos um verdadeiro «operário» da palavra, um «griot», um prosador de palavra simples, límpida, fluindo como a água da fonte». Jacinto de Lemos, nascido no Bengo aos 21 de Janeiro de 1961, fala, aqui, de si mesmo («sou um homem do mato») e do feiticismo, a sua temática preferencial. Refere-se, igualmente, à sua condição de escritor profissional.

 

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sexta, 15 janeiro 2010 13:31

«É Preciso Cimentar as Nossas Raízes»

Entrevista de: Isaquiel Cori

António Pompílio é um dos escritores que se revelaram nos anos 90 e cuja obra, poética e ficcional, silenciosamente concita a atenção de uma crítica que infelizmente não vamos tendo. Autor dos livros O sal dos olhos do mar, poesia, UEA, 1997, Simetrias, poesia, UEA, 2004, e Mambelé, novela, UEA, 2005, Pompílio tem, no prelo, Mutudi, a Dama de Ventre de Fogo, que, segundo o próprio, «é um romance de raízes etnolinguísticas que aborda as questões dos rituais fúnebres e obituários existentes em Angola».

 

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A poesia angolana pode ser abordada como uma poesia de gênero?
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Entrevista de Aguinaldo Cristóvão

A primeira impressão surgida da análise da obra de Trajanno Nankhova Trajanno envolve os recursos estilísticos que usa para fazer poesia. O leitor verá, a seguir, que a linguagem de Trajanno é sacralizada e que a religião também poderá ser um bom tema de conversa, para o entendimento do seu trabalho. Foi neste ambiente que o poeta, que usa habitualmente branco nos diz: «Não podemos reclamar frequentemente da tosse que nos grassa o órgão respiratório, se não nos propomos a largar o cigarro e os demais agentes nocivos que nos inviabilizam a cura. De que nos servem as lamentações sobre o cansaço se ao fim de cada jornada não procurarmos descansar?»

 

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Entrevista de Aguinaldo Cristóvão

«O escritor muitas vezes surpreende-se, porque a realidade lhe apresenta situações, que por muito ousado que ele fosse, nunca seria capaz de as conceber». Arnaldo Santos

 

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Entrevista de Aguinaldo Cristóvão

«O crítico tem também de ser humilde e não pensar que tem a bitola tanto da literariedade quanto da nacionalidade.»

 

 

 

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Entrevista de Aguinaldo Cristóvão

Nativo da Brigada Jovem de Literatura de Angola, John Bella, heterónimo literário de Jorge Marques Bela, traça a sua evolução como escritor, embora não diga abertamente que tem um dom de prever situações. Essa interrogação levou-nos a reler os seus livros e a constatar que os seus três livros de poesia referem-se às mais importantes etapas da história recente de Angola. Mas, como o próprio escritor diz, parafraseando Agostinho Neto, apenas basta-lhe que as mãos coloquem pedras sobre os alicerces do mundo.

 

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