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O folclore constitui, talvez, a maior riqueza cultural e artística da República Democrática de S. Tomé e Príncipe. Importa estudá-lo bem, defendê-lo e torná-lo conhecido. Os estudos até agora feitos são muito superficiais e parcelares, pelo que perdem valor na sua identidade e divulgação. Capítulos importantes e pontos fulcrais são ainda completamente inéditos, tais como: o enquadramento socio-económico das ilhas e a cultura são-tomense em geral, a língua portuguesa e a música popular africana; o teatro europeu e a sua inculturação local; a história do folclore são-tomense; das principais formas da sua expressão, da sua origem e fixação actual, etc. A. Ambrósio: Para a história do folclore são-tomense, in: História, no 81, Julho 1985, p. 60.
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Esta não é uma comunicação em sentido lato, pois não pretendo declaradamente proceder a interpretações possíveis de textos literários, mas sim, ainda que indirectamente, resgatar alguns deles e sua influência em meus estudos das literaturas africanas.
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Olho ao meu redor e reparo que se tornam cada vez mais numerosas as ausências a assinalar aqueles que foram meus coetâneos: aqueles em quem poisava minha humana confiança de padre e de patriota; os que foram e são legítimo objecto da nossa admiração e estima, porque fundamentalmente saídos da mesma matriz religiosa e cultural deram exemplo luminoso de um acendrado amor à nossa terra e às nossas gentes.
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Maria Nazareth Soares Fonseca (PUC-MG)

Uma análise, ainda que superficial, dos textos literários que alicerçaram o projecto de identidade cultural desenvolvido pelos intelectuais angolanos, na década de cinquenta, demonstra a utilização de algumas tácticas que, no campo da literatura e da conscientização política ou nos dois ao mesmo tempo induziram à percepção da problemática situação do africano visto como negro e colonizado num sistema que o nega enquanto sujeito.

 

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segunda, 11 janeiro 2010 20:45

Abismos de Violência

Só a energia da palavra poética se pode opor à violência desse mundo.

Marta Leão

O Terceiro Mundo não é uma realidade, mas uma ideologia.

Hannah Arendt

O título da presente comunicação é uma alusão ao objetivo primeiro da mesma: analisar alguns poemas do livro Abismos de silêncio, do escritor angolano Adriano Botelho de Vasconcelos, em diálogo com o ensaio teórico de Hannah Arendt intitulado Sobre a violência.

 

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A produção literária de autoria feminina ainda é muito incipiente nos países africanos de língua portuguesa. Isto constitui um paradoxo, já que durante as lutas libertárias as mulheres desempenharam importante papel político nas organizações que lutavam contra o colonialismo.
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segunda, 11 janeiro 2010 20:41

A Poesia e os Seus Paradoxos

A poesia elabora os seus paradoxos na nulidade do critério de uniformidade, embora ela se torne ao longo dos tempos herdeira de si própria, Devolvendo-nos opiniões contrárias ao sentir comum: na linguagem, na psicologia, nos autores, nos movimentos ou épocas... Talvez por isso mesmo, nunca estivesse presa a um único sistema analítico; e quiçá pela mesma razão, se tenha tornado a partir das análises de que é alvo, coisa incrível, chegando até, as vezes, a ser desconchavo salvaguardados obviamente os conseguimentos artísticos.
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Os homens são em um mesmo tempo submetidos a dois movimentos: o terror, que intimida, e a atração, que comanda o respeito fascinado. O interdito e a transgressão respondem a esses dois movimentos contraditórios: o interdito intimida, mas a fascinação introduz a transgressão. O interdito e o tabu não se opõem ao divino senão num sentido, mas o divino é o aspecto fascinante do interdito: é o interdito transfigurado. A mitologia compõe às vezes ela embaralha seus temas a partir desses dados .
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Em meio a Ricardo Reis, a Alberto Caeiro, a Alvaro de Campos, fui tomada pela pretenciosa sensação de que, com as cartas de amor poderia desvendar o homem Fernando Pessoa.
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Segundo palavras do próprio autor, O Evangelho segundo Jesus Cristo não teria existido se ele, José Saramago, não fosse míope.
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