testeira-loja

O termo tradicional inspira-se na sobrevivência das culturas, no espaço e no tempo. As renovações passageiras de valores, que se substituem uns aos outros, fora de um tronco comum contínuo, despesonalizam as comunidades.
Publicado em Críticas e Ensaios
O presente trabalho pretende ressaltar a recorrência do arquétipo feminino em quatro poemas intitulados "Mukai", encontradiços na obra O Lago da Lua (1999), de Ana Paula Tavares. Para tanto, procurar-se-á embaçar em suas características mais marcantes, como o bucolismo, o realce da vida simples e interiorana aliada ao uso coloquial da língua, a valorização dos objectos, seres e elementos naturais e a constante referência ao corpo feminino como suporte para a vida.
Publicado em Críticas e Ensaios
“A linguagem do poeta é vitalmente metafórica, isto é, assinala as relações das coisas antes inapreendidas, e perpetua a apreensão delas, até que as palavras que as representam, se tornam, pelo tempo fora, sinais de parcelas ou classes de pensamento, em vez de figuras de pensamentos integrais.”
Publicado em Críticas e Ensaios

PROPÓSITO

Este ensaio tem o propósito de corrigir uma omissão bastante generalizada que às vezes chega a construir uma flagrante falta de justiça. Refiro-me ao costume de descuidar o papel de companheiro e colaboradora que tanta esposa cumpre na vida e obra de um homem ilustre, e, mais concretamente para o caso, de um escritor famoso.

 

Publicado em Críticas e Ensaios
"A especulação sobre o tempo é uma ruminação inconclusa, à qual só responde a atividade de narrar." PAUL RICOEUR*
Publicado em Críticas e Ensaios
RESUMO: O romance Parábola do Cágado Velho, do escritor Pepetela: relações entre mito, memória e história. A parábola como estratégia narrativa e o cágado como uma alegoria do tempo e do saber. A leitura crítica do imaginário social de Angola, desde as origens fundadoras até a época atual.
Publicado em Críticas e Ensaios
Puko O N’gombo: Deus da Verdade, de N’dá Lussolo (“nome literário de João do Espírito Santo Carvalho”, assegura a contra-capa), é uma obra original no panorama da ficção angolana contemporânea, rica de sugestões, apesar das gralhas e do grafismo descuidado. Mas vamos por partes.
Publicado em Críticas e Ensaios
quinta, 07 janeiro 2010 19:09

Jorge Amado Em Angola: Algumas Pegadas

As pegadas deixadas por Jorge Amado na Literatura Angolana são muitas. Estudá-las em pormenor não seria possível em tão curto período como este e cansaria todos os ouvintes, incluindo o que fala.
Publicado em Críticas e Ensaios
As primeiras obras literárias escritas por angolanos e publicadas em Angola datam da segunda metade do século XIX. Não discutiremos aqui, porque nem competência para isso tem, se essas primeiras obras conhecidas poderão identificar uma literatura.
Publicado em Críticas e Ensaios
Em trabalho anterior, que contemplava “ A nova escrita africana de língua portuguesa”(1) procuramos desmontar as particularidades da moderna literatura angolana, através de uma reflexão sobre a representação satírica do real quotidiano luandense na narrativa – desmontando a estruturação pedagógica da ironia de Quem Me Dera Ser Onda!, de Manuel Rui
Publicado em Críticas e Ensaios

Contacto

AV. Ho-Chi-Min, Largo das Escolas
1.º de Maio - CEP 2767 Luanda

Telefone: (222) 322 421 Fax: (222) 323 205

e-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Blogs

blogspotuea1    blogspotueamulembeira           blogspotueanguimba
         
ytlogo2   blog-poetenladen   logotips