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Para o Poeta Fernando Couto, cujos versos e os olhos deslumbrados também navegam e fazem a língua navegar.
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José Saramago iniciou a carreira intelectual como poeta e como jornalista. Mas foi na observação do quotidiano político e social que ele apurou sua reflexão sobre os acontecimentos desenvolvendo análises e debates numa capacidade de relato já destacada pelo crítico literário José Manuel Mendes.
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O poema «O Balouço, de Fragonard» de Jorge de Sena está incluído no volume Metamorfoses uma colectânea de composições motivadas por obras de arte visuais e faz parte do conjunto de poemas que pretendem, mais do que descrever os quadros, esculturas e fotografias que lhes servem de ponto de partida, recriá-los, «metamorfoseá-los», por um processo alquímico, em filigranas poéticos. No entanto, é verdade que o poema descreve a pintura numa dada perspectiva, que é a do eu lírico, e fá-lo colocando o enfoque sobre um aspecto do quadro: o erotismo.
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Agora, eu via o meu país como uma dessas baleias que vêm agonizar na praia. A morte nem sucedera e já as facas lhe roubavam pedaços, cada um tentando o mais para si. (Trecho de Terra sonâmbula de Mia Couto, p.27)
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A Chave no Repouso da Porta, de Abreu Paxe, é um livro que nos encanta pelo seu método de composição e capacidade imaginativa. O artesanato consistente com as palavras segue por uma linha distinta do discurso lírico consolidado; o autor busca outras veredas, outras possibilidades de construção poética, atento à estrutura e à semântica, ou seja, à materialidade verbal. Podemos recordar a engenharia de João Cabral de Melo Neto, que considerava o exercício poético como uma operação racional, e o poema como objecto de linguagem, coisa construída, mas também a sentença de Mallarmé sobre «o poder encantatório das palavras».
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A Carmen Tindó e a todos os colegas fundadores, com muita determinação, da área Literaturas Africanas de Língua Portuguesa no país.
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segunda, 11 janeiro 2010 18:48

Memória Como Tragédia

Tragédia:o termo designa propriamente, lembremos, não apenas sofrimento e aflição, não apenas a ausência do bem; esta pode também insinuar-se no relato da vitimização. Não, a tragédia reside na impossibilidade do bem: qualquer que seja o desenlace escolhido, ele gera lágrimas e morte. 1
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(...) ou o caboverdeano é português ou africano. Ora, isto só estaria exato se porventura os povos se repetissem como cópias a papel químico (...) pôr o problema nesses termos dilemáticos (ou uma coisa ou outra) é rejeitar a priori (...) o aparecimento ou a oportunidade de expressões culturais mestiças. (MARIANO, APUD PIRES LARANJEIRA, 2000, p. 112)
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Gosto de dizer que a minha literatura é isso: contar histórias. Aquilo que outras mulheres fazem dançando e cantando, eu faço escrevendo, como as velhas que através da via oral continuam a contar histórias à volta da fogueira. Eu apenas trago a escrita, de resto não sou diferente das mulheres da minha terra, das mulheres do campo. (Paulina Chiziane. «Contadora de histórias»).
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Mãe!

Entre nós: milhas!

Entre nós: uma raça!

Contudo

este livro é para ti...

(Francisco José Tenreiro. Coração em África)

 

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