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“A linguagem do poeta é vitalmente metafórica, isto é, assinala as relações das coisas antes inapreendidas, e perpetua a apreensão delas, até que as palavras que as representam, se tornam, pelo tempo fora, sinais de parcelas ou classes de pensamento, em vez de figuras de pensamentos integrais.”
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PROPÓSITO

Este ensaio tem o propósito de corrigir uma omissão bastante generalizada que às vezes chega a construir uma flagrante falta de justiça. Refiro-me ao costume de descuidar o papel de companheiro e colaboradora que tanta esposa cumpre na vida e obra de um homem ilustre, e, mais concretamente para o caso, de um escritor famoso.

 

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"A especulação sobre o tempo é uma ruminação inconclusa, à qual só responde a atividade de narrar." PAUL RICOEUR*
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RESUMO: O romance Parábola do Cágado Velho, do escritor Pepetela: relações entre mito, memória e história. A parábola como estratégia narrativa e o cágado como uma alegoria do tempo e do saber. A leitura crítica do imaginário social de Angola, desde as origens fundadoras até a época atual.
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Puko O N’gombo: Deus da Verdade, de N’dá Lussolo (“nome literário de João do Espírito Santo Carvalho”, assegura a contra-capa), é uma obra original no panorama da ficção angolana contemporânea, rica de sugestões, apesar das gralhas e do grafismo descuidado. Mas vamos por partes.
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quinta, 07 janeiro 2010 19:09

Jorge Amado Em Angola: Algumas Pegadas

As pegadas deixadas por Jorge Amado na Literatura Angolana são muitas. Estudá-las em pormenor não seria possível em tão curto período como este e cansaria todos os ouvintes, incluindo o que fala.
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As primeiras obras literárias escritas por angolanos e publicadas em Angola datam da segunda metade do século XIX. Não discutiremos aqui, porque nem competência para isso tem, se essas primeiras obras conhecidas poderão identificar uma literatura.
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Em trabalho anterior, que contemplava “ A nova escrita africana de língua portuguesa”(1) procuramos desmontar as particularidades da moderna literatura angolana, através de uma reflexão sobre a representação satírica do real quotidiano luandense na narrativa – desmontando a estruturação pedagógica da ironia de Quem Me Dera Ser Onda!, de Manuel Rui
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Muitas das narrativas angolanas, apesar de estarem semeadas de referências cronológicas e geográficas, exigem cautela. O calendário que registra os acontecimentos nestes textos, não raro, embaralha datas, fazendo com que, por exemplo, o musseque dos anos 1930 ou 40
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Apesar do número elevado de obras editadas nos anos que se seguiram à Independência – número tanto, mais elevado quanto a situação económica era extremamente difícil.
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