testeira-loja

I Congresso Nacional Africanidades e Brasilidades - 26 a 29 De Junho de 2012, Universidade Federal do Espírito Santo. GT Africanidades e Brasilidades: Culturas e Territorialidades.

Escrito por  IIjorvanio Silva Ribeiro 1
Classifique este item
(0 votos)

PRÁTICAS EDUCATIVAS DO CANDOMBLÉ: Saberes e Fazeres do Terreiro

YLÊ ASÈ YGBO LOGUN ́EDE.

Iljorvanio Silva Ribeiro1

Produto de um processo coletivo de construção política, este artigo é fruto dos conhecimentos adquiridos em diferentes espaços de interação na sociedade, nos quais a convivência no Terreiro de Candomblé ao longo dessa última década, o período como bolsista do Programa Conexões de Saberes (UFES), a participação ativa no Fórum Capixaba em Defesa da Liberdade e da Tolerância Religiosa – SEMCID/ Prefeitura Municipal de Vitória) e o meu ingresso, a partir de 2009, no Núcleo de Estudos Afrobrasileiro (NEAB-UFES), são sem dúvida alguma foram os grandes núcleos intelectuais fomentadores responsáveis pelo meu acesso ao circuito de debate sobre as temáticas que envolvem a Cultura Afrobrasileira.

Desta forma e com base no conceito de Homem Histórico defendido por Silva (2002) e outros intelectuais que esse mix de conhecimento adquirido ao longo do tempo pelo pesquisador encontra vazão, se transformando nesta proposta de pesquisa intitulada Práticas Educativas do Candomblé: Saberes e Fazeres do Terreiro Ylê Asè Ygbo Logun ́Ede.
Neste sentido, este trabalho se justifica através de seu propósito maior de resgatar e valorizar as mais diversas formas de ensinar, de se praticar o processo de ensino/aprendizagem através do trânsito de conhecimentos em meio ao desenvolvimento de sensibilidades, emoções e identidades para além da educação tradicional praticada nas escolas.
1 Pós-graduação em Educação das Relações Étnicorraciais pelo Núcleo de Estudos Afrobrasileira (NEAB) do Departamento de Educação da Universidade Federal do Espírito Santo. Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

O presente estudo tem como foco principal identificar e conhecer algumas das práticas educativas existentes neste Terreiro de Candomblé em questão, que fica localizado no município de Vila Velha/ES, bem como os agentes principais de sua pedagogia, isto é, o conjunto de doutrinas, princípios e métodos de educação e instrução que fundamenta todo o conhecimento nesse meio (FERREIRA, 1986).
Assim, nossa expectativa primeira é a da prática cidadã, do respeito ao outro e a diversidade étnico cultural que o define, tudo isso dentro de um conceito globalizante de Liberdade e de Direitos que buscam juntos atenuar os conflitos
étnicos culturais e as desigualdades sociais presente, não só, mas especificamente, dentro do ambiente escolar (MUNANGA, 2005).
A metodologia empregada na pesquisa seguiu dois caminhos investigativos distintos: a análise literária a partir de obras que tratam do universo educativo nos Terreiros de Candomblé espalhados no Brasil; e o emprego de entrevista segundo o método de História Oral baseadas nas perspectivas distintas dos teóricos Henri Bérgson (1999) e Maurice Halbwachs (1990), cujos métodos comportam técnicas de história de vida ou entrevista focada que visam comprovar hipóteses criadas previamente a partir de uma teoria adequada para o tema. Desta forma, foi entrevistado o senhor Vanderlei Rosa Viegas, o Babalorixá do Terreiro de Candomblé analisado.
DEBATE TEÓRICO
Utilizando-se da contribuição deixada por King (2006) podemos perceber a força e a importância do pensamento africano que, de certa maneira e em suas devidas proporções, é parte constituinte do universo de representações que se materializa
nos terreiros. A autora defende que:
(...) o conhecimento nas sociedades africanas está enraizado em uma reverência pela vida, na concepção da educação como um processo que dura toda a vida, na ideia de que a capacidade de pensar em termos da comunidade (ou de ter consciência do que a
comunidade irá dizer) é profundamente importante para o desenvolvimento pessoal.
Quanto à finalidade e a função do conhecimento para o terreiro, alguns intelectuais defendem que estes se ligam a constante preocupação das comunidades envolvidas em perpetuar suas crenças através da transmissão de conhecimentos, bem como de reforçar seu ímpeto de resistência contra todos àqueles que os negam e que os oprimem. Nesta operação as estratégias educativas são de grande auxílio. (CARDOSO, 2005).
Através desta linha da resistência dos terreiros que encontramos a resposta quanto à constituição do saber nos terreiros. A esse respeito à citação abaixo aponta:
As religiões afro-brasileiras buscando fugir das diferentes práticas de perseguição orquestradas pelas elites sociais brasileiras, ao longo da história, construíram estratégias, linguagens, metodologias singulares inspiradas tanto nos valores e princípios herdados de seus antepassados, como nas brechas que o modelo cultural importado do ocidente e imposto à sociedade brasileira permitiu (CONCEIÇÃO, 2006).
Adentrando ainda mais no contexto das práticas educacionais presentes nos terreiros de Candomblé, estas nascem em resposta ao processo de invisibilização e esvaziamento da etnicidade cultural africana na sociedade brasileira. Um bom exemplo dessa tentativa de apagar a identidade do ser negro no Brasil foi a política do branqueamento do século passado. Portanto, elas atual como movimento de resistência às práticas sociais que apontavam um modelo de
sociedade específico, fechado e inconciliável com as diferenças.
Desta forma, o processo de ensino/aprendizagem nos terreiros não poderia contemplar este mesmo modelo social que exclui e invisibiliza os atores sociais. Também tampouco, os conhecimentos transmitidos tenderiam serem os mesmos. Quanto esta forma de raciocinar, a educação dos excluídos, Paulo Freire (1987)
diz ao oprimido que ele precisa desenvolver sua própria pedagogia, "forjada com ele e não para ele, enquanto homens ou povos, na luta incessante de recuperação de sua humanidade".
Corroborando com essa ideia, acredita-se mesmo que essa diferente forma de expressão da religiosidade afro-brasileira possua pedagogia própria. Pedagogia entendida como a teoria que orienta o processo ensino-aprendizagem a partir do "como fazer", do "para que fazer" e do "porque fazer" (CANDAU,1983).
Refletindo um pouco mais sobre essa pedagogia própria do Candomblé e em sua práxis de reunir e compartilhar conhecimentos dentro do Terreiro de Candomblé, Conceição defende:
A crença dos membros do Candomblé é que os valores conduzidores da ação dos Orixás, presente nos mitos ritualizados, podem servir de referência para os comportamentos cotidianos, fazendo com que toda e qualquer conduta do sujeito esteja amparada nestes princípios (CONCEIÇÃO, 2006).
Neste processo dialógico e dialético com o passado, os ensinamentos de épocas remotas parecem como princípios mediadores das ações dos homens no presente. Desta maneira as práticas educativas do Candomblé não apenas objetivam a transmissão de ensinamentos como, para além disso, tem a função de reviver o passado a partir do transporte de informações no tempo-espaço para os dias atuais onde encontra-se o fiel. Além de informações são transportados modos de conduta, sentimentos e uma infinidade de conhecimentos que a certa medida atuam na vida de todos da comunidade.
Por outro lado, as práticas não se findam no seu propósito de transmitir o conhecimento às demais pessoas participantes do culto. Para além disso, elas visam assegurar a perpetuação de sua cultura e de todo legado imemorial que a precede. Nesse seu percurso, elas conduzem seus interlocutores à constituição de verdadeiros núcleos de resistência cultural. Estes por sua vez, se realizam a
partir do processo de desenvolvimento de marcas identitárias para com a doutrina apreendida. Formados, esses núcleos funcionam como uma base de apoio teórico tendo em vista a sociedade opressora que subjuga, enfrenta, humilha ou desqualifica a religião do Candomblé (CONCEIÇÃO, 2006).
A partir deste cenário é que se configura a vida no interior do Terreiro. Relativo às práticas educacionais que mediam todo esse processo de pertencimento no qual o praticante é imerso, com base em sua natureza e na funcionalidade dos ensinamentos que se destinam, elas podem ser reunidas segundo três blocos
distintos e intrinsecamente conectados: teológicas, ritualísticas ou voltadas para o convívio social. Assim as práticas visam, respectivamente, o ensino da liturgia do Candomblé, a aprendizagem de seus ritos e a maneira na qual os praticantes devem se comportar no meio social, quer dentro ou fora da Comunidade de Terreiro.
A esse respeito, o da funcionalidade social do saber em aquisição, o entrevistado releva quando questionado sobre os limites dos ensinamentos no Terreiro:
[Mas essa educação é só para dentro do barracão?] Não é não. Essa educação é um gancho, nós estamos aqui e moramos lá fora. Porque eu mesmo dentro de minha Casa de Candomblé ou fora dela, a minha conduta, a maneira de prosseguir meu dia a dia é uma única - a minha educação.
Muito embora certas práticas educativas serem mais apropriadas para determinadas situações no terreiro, de modo geral elas não possuem pertencimento definido. Assim, por exemplo, em se tratando do aprendizado dos cânticos, a memorização e a repetição sejam mais apropriadas. De modo
diferente pode ser observado quando se trata os rituais. Neste caso específico, o aprendizado é conduzido a partir do que chamamos de "aprender fazendo", mesmo sendo indispensável à supervisão dos mais velhos do terreiro.
Ao contrário do que se possa imaginar, uma mesma práxis pode ser utilizada para diferentes ensinamentos ou finalidade. Isso quer dizer que a prática pedagógica é reconhecida sempre como uma ferramenta utilizada que se destina a ensinar algo, independente do que seja esse algo.
Assim sendo e longe de pretender encerrar esse assunto, podemos identificar que as ferramentas que perpassam o processo de ensino/aprendizado no Terreiro de Candomblé são, de maneira geral, as seguintes:
- A oralidade2;
- A convivência comum com os mais velhos de tempo de iniciação;
- A repetição de hábitos e costumes;
- A exploração do lúdico através da musicalidade, dramatizações, danças, cores, formas e ilustrações;
- A promoção de uma linguagem pedagógica abrangente;
- O aprender fazendo a partir da execução de atividades manuais;
- A memorização;
- O uso de recursos audiovisuais na atualidade.
Praticamente impossíveis de serem separadas umas das outras no processo de ensino/aprendizagem nos terreiros, exceto em situações bem pontuais conforme descrito acima, estas práticas que se complementam estão presentes no cotidiano da comunidade. A esse respeito observa-se que:
É um aprendizado que só acontece em um tempo longo, não especificado, sem uma definição estabelecida. Condição frequente nas Roças3, a posição de observador, não se faz perguntas quando se chega nestes lugares, se vivência, se ganha
à confiança da comunidade, se repete comportamentos, só depois se pergunta. Apreender no dia-dia, na vivência, significa valorizar uma aprendizagem integral, na qual o envolvimento entre quem
2 Muito embora na atualidade já se admita nos Terreiros de Candomblé o uso da escrita nos chamados "Cadernos de Anotações" como forma de registrar os cânticos e os procedimentos ritualísticos.
3 O autor utiliza do termo Roça para designar o Terreiro de Candomblé. Linguagem usual nos Terreiros.
ensina e quem aprende, não pode ser descartado em função dos laços afetivos e da confiança que se estabelece (CONCEIÇÃO, 2006).
A partir da citação acima é possível identificar novos elementos que caracterizam a maneira de ensinar nos terreiros: o aprendizado contínuo, a condição tempo de convivência, a aquisição de confiança entre os demais membros que compõem a comunidade, a aprendizagem integral e recíproca e a construção de laços de afetividades e de respeito como partes inerentes ao processo.
Para entendermos como estes elementos atuam dentro do sistema de ensino nos terreiros, peguemos o episódio de iniciação dos membros novatos, Elegún4. No princípio tudo lhe causa estranheza por ser novo: o espaço, as pessoas, o conjunto simbólico e etc. É a partir da convivência que o universo representativo do Candomblé é assimilado. Isso ocorre de maneira coletivamente integrada e contínua. Com o passar do tempo às relações são estabelecidas entre todos no barracão, os mais novos e os mais antigos praticantes.
A condição tempo é outro elemento importante neste processo. Ele é responsável por quantificar o aprendizado. Em linhas gerais, o saber adquirido pelo praticante está diretamente implicado com o seu tempo de convivência no terreiro, ou seja, quanto maior for este, maior a probabilidade de conhecimento apreendido pelo fiel. A esse respeito o entrevistado argumenta:
A transmissão do conhecimento dentro do Candomblé é como uma criança que vai para o jardim de infância, vai para o primário, vai para o ginásio e mais tarde se ingressa numa faculdade. Então são períodos que você tem que se fazer presente à religiosidade,
participando no dia a dia, não só em certas situações. (....) precisa aprender com os mais velhos...
Outra característica que qualifica e quantifica o conhecimento dentro do terreiro se refere ao tempo de iniciação e o número de obrigações dadas pelo praticante
4 Palavra em ioruba que designa pessoa que não iniciada na religião de culto aos Orixás.
junto ao seu orixá. Geralmente as obrigações se realizam no período de tempo de um ano após a iniciação e sucessivamente aos três, cinco e sete anos. Depois desse percurso o filho de santo se submeterá a novas obrigações no período de sete em sete anos até o fim de sua vida (assim aos 14 anos, 21, 28....). A partir disso, podemos pensar o aprendizado como contínuo, pois depois de iniciado ele tende a prosseguir por vários anos até o fim da vida do fiel.
A cada obrigação uma nova dimensão do conhecimento é revelada ao filho de santo, sendo maior a complexidade deste. Se antes as discussões pairavam
sobre o dia a dia no terreiro, com o tempo elas migrarão para entendimentos maiores que apontam para os segredos guardados e passados pelos mais antigos do terreiro desde épocas remotas ainda no continente africano. Assim o conhecimento também pode ser visto como hierarquizado. A respeito disso a Conceição (2006) aponta que "o processo iniciatório permite a transmissão da tradição, a guarda dos fundamentos. Os segredos vão sendo abertos aos três, sete, quatorze e vinte e um anos após a feitura de santo".
Aprofundando um pouco na questão educacional do terreiro, encontramos os condicionantes estruturais do lugar e palco das práticas pedagógicas a serem utilizadas. É imprescindível que analisemos as condições espaciais e arquitetônicas encontradas neste ambiente peculiar.
Contraditoriamente diferentes de outros espaços educativos marcados pela sofisticação tecnológica, pelo ensino segmentado em séries ou grau, o terreiro com sua arquitetura simples, próxima da realidade das comunidades populares, ou mesmo rurais, dialoga e contribui com o processo de aprendizagem através da identificação entre individuo e o espaço. É a partir desta interação que procura recriar e resgatar o modo de vida dos nossos antepassados, que se dá o ensino.
Este se concretiza nas rodas de conversas, as quais todos do terreiro fazem parte.
Portanto a educação não ocorre de forma segmentada. Todos aprendem juntos, coletivamente, e isso independe do tempo de iniciação. Neste modelo de
aprendizado comunitário, a partir da convivência pacífica e democratizadora, que o saber é transmitido ao longo das gerações. Nesta empreitada, o salão e as áreas livres e descobertas são os lugares mais requisitados para as atividades do terreiro. São nestes espaços que as reuniões, as danças e as conversas são praticadas. Tudo integrado, coletivo e simultâneo.
No terreiro a criança é considerada pessoa que tende a crescer socializando-se plenamente com os valores comunitários, respeitando-os, tornando-se no decorrer do tempo, um adulto
capaz de expandir o patrimônio da comunidade. O lúdico e o estético estão presentes em todos os dias, a toda hora, ao contrário das escolas oficiais, em que arte aparece excepcionalmente como apêndice, em dias e horas programadas. O próprio estilo do local propicia a penetração da linguagem lúdico-estética, arrefecendo a hegemonia da escrita. É uma arquitetura que se desdobra na linguagem do Xirê – o pátio, a varanda, o salão substitui carteiras e quadros-negros das escolas tradicionais, pulsa cotidianamente, alegria, movimento e criatividade (LEITE, 2006).
Deste modo, é a partir da convivência no terreiro que as diferentes práticas de ensino irão conduzir o aprendizado. A primeira etapa desse processo se inaugura através do reconhecimento dos símbolos. É a partir da oralidade e do convívio social dentro do terreiro que eles se tornam inteligíveis ao praticante.
As motivações que levam o indivíduo a aderir os ensinamentos do Candomblé, a princípio podem ser as mais diversas possíveis, mas quase sempre se findam na necessidade de atenção, de compartilhamento, de preenchimento de vazios
deixados pelo tempo.
Em resumo, retomando as ideias já discutidas que dialogam com a questão pedagógica no terreiro de Candomblé, a educação se concretiza é no seu cotidiano, no dia a dia em que as atividades se realizam no barracão, a partir das necessidades ditadas e do encontro dos filhos de santo.

REFERÊNCIAS

BERGSON, Henri. Matéria e Memória: Ensaio sobre a relação do corpo com o
espírito. Tradução Paulo Neves. - 2- ed. – São Paulo: Martins Fontes, 1999. CANDAU, Vera Maria (org.). A didática em questão. 14. ed. Petrópolis: Vozes,
1983.
CARDOSO, Ângelo Nonato Natale. Aprendizagem no Candomblé: Inovações e pluralidades. Universidade Federal da Bahia, s.d. Disponível em: http://www.unirio.br/mpb/textos/AnaisANPPOM/anppom%202005/sessao13/angel
o_cardoso.pdf. Acesso em 12 set. 2011.
CONCEIÇÃO, Lúcio André da. A PEDAGOGIA DO CANDOMBLÉ: Aprendizagens, Ritos e Conflitos. 2006. 186 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Programa de Pós-Graduação em Educação e Contemporaneidade do Departamento de Educação, Universidade do Estado da Bahia, Salvador, 2006.
FERREIRA, Aurélio B. de Holanda. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro. Ed. Nova Fronteira, 2. ed., 1986.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
HALBWACHS, Maurice. A memória Coletiva. 2a Ed. São Paulo, Vértice, 1990.
KING, Joyce E. Usando o pensamento africano e o conhecimento nativo da comunidade. In: GOMES, Nilma Lino; SILVA, Petronilha B. Gonçalves (Org.) Experiências étnico-culturais para a formação de professores. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.
LEITE, Vanderlei Furtado. CANDOMBLÉ E EDUCAÇÃO: Dos Ilês as Escolas Oficiais de Ensino. Dissertação (Mestrado no Programa Interdisciplinar em Educação, Comunicação e Administração)-Universidade São Marcos, São Paulo, 2006.
MUNANGA, Kabengele. Superando o Racismo na escola. [Brasília]: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, 2a edição revisada. 2005.
SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: Uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte, Ed. Autêntica, 2002.

Ler 738 vezes

Contacto

AV. Ho-Chi-Min, Largo das Escolas
1.º de Maio - CEP 2767 Luanda

Telefone: (222) 322 421 Fax: (222) 323 205

e-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Blogs

blogspotuea1    blogspotueamulembeira           blogspotueanguimba
         
ytlogo2   blog-poetenladen   logotips