A afirmação é do coordenador da Feira, Jomo Fortunato, que falava à Angop, numa antevisão daquilo que será o evento e que vai decorrer até ao próximo dia 29 do mês em curso. A fonte considerou o evento "um momento importantíssimo de ciclo de comunicação literária, que tem o autor, a obra e o leitor. Este é o sujeito fundamental neste processo", observou a propósito.
Referindo-se ao número de expositores, Jomo Fortunato, informou estar na casa dos 50, número que, em seu entender, tende a aumentar, dado o interesse que a feira está a despertar.
Questionado sobre os preços dos livros, que alguns compradores consideram altos, disse não ser da responsabilidade da organização e considera esta uma "questão complexa", mas apontou a tinta, papel e peças de reposição, como prováveis factores que encarecem a produção do livro.
Como inovação da presente edição da Feira da Música e da Leitura, Jomo Fortunato anunciou a existência de um concurso de escrita criativa aberto para qualquer um que visitar o recinto onde decorre o evento.
O concurso constará da leitura de um livro onde se fará as correcções gramaticais, noções de narratologia, categorias narrativas e liberdade literária, a ser orientado pelo professor, Gilberto Luther, da Casa das Ideias.
Esclareceu que terão direito a um diploma todos aqueles que mais vezes participarem.
A Feira Internacional da Música e da Leitura realiza-se todos os anos e a organização pretende estendê-la a todoa as províncias do país. A Huíla já se mostrou interessada, de acordo com Jomo Fortunato.
UEA-Digital, Seomara Santos, Fonte Angop



