Adele, de 23 anos, confirmou as expectativas e conquistou todos os galardões para os quais estava nomeada – melhor canção, letra e videoclip de curta duração para o tema “Rolling in the Deep”, melhor álbum do ano e álbum pop, para o seu segundo disco, “21”, e de melhor performance pop a solo, com “Someone Like You”.
“Este disco ‘21’ foi inspirado numa relação miserável e este foi um ano que mudou a minha vida”, admitiu a britânica, que realizou a sua primeira actuação pública durante a cerimónia de entrega dos prémios musicais, cinco meses depois de ter sido operada às cordas vocais, e pôs de pé os espectadores com uma interpretação de “Rolling in the Deep”. Além da premiada Adele, os Foo Fighters levaram para casa cinco galardões e dominaram nas categorias de rock, incluindo melhor tema de rock, “Walk”, álbum de rock, “Wasting Light”, performance de rock e melhor actuação de hard rock/metal.
O rapper Kanye West, que não assistiu à cerimónia, obteve quatro prémios. O agrupamento mexicano Maná arrecadou o Grammy de melhor álbum latino de pop, rock e urbano, com oCD “Drama e Luz”. A canção “Body and Soul”, de Tony Bennett e Amy Winehouse, arrecadou o prémio pop performance por dueto ou grupo. Ao receber o prémio, o músico Tony Bennett chamou ao palco os pais da cantora falecida no ano passado. O Grammy de revelação foi atribuído ao grupo americano Bon Iver. No início da cerimónia, o rapper LL Cool J, a quem coube a apresentação da gala, pediu uma oração em memória da cantora Whitney Houston.
A cantora americana Jennifer Hudson também prestou tributo a Whitney Houston, com a interpretação de alguns dos seus êxitos. Pouco antes da gala, a família da cantora declarou-se “devastada pela tragédia inimaginável”.



