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Bibliotecas do Moxico com carência de livros O professor do centro Maria Auxiliador, Alberto Chissola, disse ontem ao Jornal de Angola que as poucas bibliotecas existentes na cidade do Luena não servem totalmente os estudantes, devido à falta de livros apropriados para atender a procura crescente. 


Vida do Rei Elias contada em livro Marta Santos revelou ao Jornal de Angola que vai apresentar na primeira semana do mês de Junho em Luanda, na União dos Escritores Angolanos (UEA), o seu mais recente livro intitulado “A Biografia de Elias dia Kimuezo, A voz e o Percurso de um Povo”.
Antologia literária lançada em Brasília A Fundação Cultural Palmares (FCP), em parceria com as embaixadas da CPLP, apresentou ontem o projecto de publicação da primeira “Antologia Literária dos Países de Língua Portuguesa”.
Movimento Lev'Arte lança obra de Mira Clock O Movimento Lev’Arte procede hoje, sexta-feira, a partir das 18H00, no Anfiteatro do Instituto Médio de Luanda (IMIL), o lançamento da obra literária intitulada “Desabrochar”, da escritora Mira Clock.
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Publicada no SA de sábado, 10 de Abril de 2010.

Ao fim do seu terceiro mandato como Secretário-geral da União dos Escritores Angolanos, ninguém melhor do que ele para fazer uma espécie de balanço do que foi a UEA nesses últimos anos, em que, reconheça-se, muitos desafios foram vencidos, graças à dinâmica que soube emprestar ao funcionamento da instituição, capaz de a tornar, hoje, numa das associações culturais mais pujantes do país.
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Qua, 17 de Fevereiro de 2010 18:42

A Múltipla Silvana Menezes

Entrevista concedida Vírginia Leal Crisóstomo

Uma mulher bonita, sensual, decidida, inquieta, agitada, contemplativa, intuitiva, impulsiva, briguenta, interessante, multifacetada. Foi alfabetizada em casa e freqüentou tarde a escola. Quem sabe, até mesmo por isso, logo cedo se encantou pela poesia. Gostava de recontar para os amigos as histórias que ouvia dos pais e avós, em noites de lua cheia.
Fonte: Interpoética

 

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Qua, 17 de Fevereiro de 2010 18:32

LARA "Não sou um 'puro sangue' alternativo"

As perguntas feitas nesta entrevista por Wellington de Melo foram publicadas originalmente no site www.wellingtondemelo.com.br, posteriormente Cida Pedrosa complementou a entrevista publicada agora na íntegra.
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Adriano Mixinge (nascido em Luanda, em 1968), historiador e crítico de arte, lançou em Luanda o seu mais recente livro, Made in Angola: Arte Contemporânea, Artistas e Debates, com chancela da editora francesa L’Harmattan. Como o título indica, a obra é um conjunto de ensaios sobre a arte e os artistas angolanos, residentes no país ou na diáspora. É o seu segundo livro depois do romance Tanda (Chá de Caxinde, 2007). Aproveitamos a oportunidade do lançamento da nova obra de Adriano Mixinge, actualmente conselheiro cultural da embaixada angolana em França, para o abordar a respeito de questões atinentes à arte contemporânea angolana.Aproveitamos igualmente o ensejo para "mergulhar" um pouco nas origens do próprio autor, na raiz do seu interesse pela arte.

 

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Sex, 15 de Janeiro de 2010 17:47

Entrevista à Pepetela

Pepetela: Nasceu em Angola, licenciou-se em Sociologia, foi guerrilheiro, político, ganhou o Prémio Camões em 1997, é actualmente professor na Universidade Agostinho Neto, em Luanda. Falamos naturalmente de Pepetela a quem tivemos o prazer de entrevistar
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Seg, 27 de Junho de 2011 07:45

Entrevista à Mia Couto

O Outro Pé da Sereia é um livro de relatos, de miragens, de viagens que se cruzam na história e nos sonhos de alguns personagens. O Portal da Literatura conversa com Mia Couto.

 

 

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Os leitores sempre se podem perguntar como ocorre o processo de realização de um livro de poesia, desde o âmago do autor-escritor às palavras numa folha de papel, ou mais correntemente num laptop (computador portátil). Também suscita curiosidade a forma de inspiração de cada artista. A nossa convidada a esta conversa é essencialmente uma poetisa. Crítica, autocrítica, mas coerente. Chó do Guri faz parte de um mundo ainda diminuto mas em franca ascensão que é o das escritoras. Apesar de ter já meia dezena de livros, ser conhecida a premiação do livro Chiquinho da Camuxiba deu-lhe maior proeminência.

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Entrevista de Aguinaldo Cristóvão

«O poeta nasce do ar que respira! E o ar que o poeta respira são as situações agradáveis, difíceis e tristes, quer de ordem material, social, emocional ou outra. A minha poesia começou a manifestar-se numa altura em que era professor e experimentava inúmeras dificuldades de ordem material pois o salário era simbólico! Então descobri na poesia uma forma de erguer a minha voz».

 

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Entrevista de Aguinaldo Cristóvão

 

«O escritor, quer seja de literatura infantil quer seja de outro tipo de literatura para adultos, deve trazer sempre algo que permita que a imaginação possa viajar para este ou aquele país, conhecer este ou aquele aspecto da fauna, da flora, conhecer vivências, porque as vivências de um povo são marcadas por aquilo que é a cultura, o que se realiza no dia-a-dia, a alimentação, os trajes, os seus penteados..»

 

P: Falamos com Cremilda Lima, que escreve literatura infantil tendo-se iniciado na década de 80, época em que provavelmente mais se escreveu com maior profundidade para crianças. Fale-nos um pouco desta época e do contacto que teve com Dario de Melo, Octaviano Correia, entre outros.

 

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O conflito armado, que durou 30 anos, levou à emigração de vários angolanos. Das memórias deste tempo consta o nome de um jovem que viria a tornar-se jornalista e escritor. Sousa Jamba é natural do Huambo, tem o umbundo como língua materna, e fala com semelhante aptidão o inglês e o português. Não espanta que o livro africano que mais o marcou seja The Man of the People, de Chinua Achebe. Sousa Jamba fez todos os estudos em língua inglesa, na Zâmbia, em Londres e nos Estados Unidos. Porém, afirma que nunca se desligou do continente africano e que nem pode ser considerado um exilado. Este cronista fala da paixão pelo jornalismo e "O meu sonho é ter uma bolsa para ir a uma instituição portuguesa ou brasileira para estudar, seriamente, a literatura portuguesa. Infelizmente, eu não faço parte do establishment literário", revela.

 

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