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Bibliotecas do Moxico com carência de livros O professor do centro Maria Auxiliador, Alberto Chissola, disse ontem ao Jornal de Angola que as poucas bibliotecas existentes na cidade do Luena não servem totalmente os estudantes, devido à falta de livros apropriados para atender a procura crescente. 


Vida do Rei Elias contada em livro Marta Santos revelou ao Jornal de Angola que vai apresentar na primeira semana do mês de Junho em Luanda, na União dos Escritores Angolanos (UEA), o seu mais recente livro intitulado “A Biografia de Elias dia Kimuezo, A voz e o Percurso de um Povo”.
Antologia literária lançada em Brasília A Fundação Cultural Palmares (FCP), em parceria com as embaixadas da CPLP, apresentou ontem o projecto de publicação da primeira “Antologia Literária dos Países de Língua Portuguesa”.
Movimento Lev'Arte lança obra de Mira Clock O Movimento Lev’Arte procede hoje, sexta-feira, a partir das 18H00, no Anfiteatro do Instituto Médio de Luanda (IMIL), o lançamento da obra literária intitulada “Desabrochar”, da escritora Mira Clock.
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Carmo Neto (n. em 1962 – Malanje), contista e cronista angolano, cuja obra permanece, até então, desconhecida do público-leitor brasileiro das literaturas africanas de língua portuguesa, é detentor dum percurso literário modesto, sendo ele ressurgente da chamada “Geração de 80”.
Na antologia de textos de Carmen Lúcia Tindó Secco que comporta dez ensaios sobre literatura infantil, o segundo ensaio é de Mônica Fares, intitulado: "Diálogos transoceânicos". Numa breve nota a professora Carmen considera que «a autora compara o universo das míticas narrativas orais amazónicas com estórias tradicionais recolhidas pelo angolano Óscar Ribas. Muitas são as semelhanças e as diferenças».
O termo barroco, em virtude do momento em que foi criado, traz embutido, em si, o vezo da complexidade e da extravagância. De início, tais aspectos foram utilizados como ancoradouro de sua rejeição, mas, em tempos porvindouros, seriam o marco distintivo de uma outra forma de ser e estar na história, sob a qual vários grupos reivindicariam o direito de poder representar o diverso, sem alusões negativas.

Embalado pela palavra, o artista ia lavrando,

na tampa da panela, um primeiro esboço de uma

escrita iluminada, a gravação dos sons da alma

< em tom de confissão

Ana Paula Tavares

 

Em A Geração da Utopia, o escritor angolano Pepetela, traça, a partir de quatro movimentos temporais, a trajetória histórica da última metade de século XX em Angola.
Uma espécie de consenso quanto ao processo mnemônico, é o que apontam os estudos pontuais de Maurice Halbwachs1, pois detectaram que a memória individual se constrói a partir de uma memória coletiva.
No fim do século XIX e início do XX, indivíduos pertencentes a "grupos minoritários" vítimas de pressupostos raciais excludentes viram-se de fora do projeto de nação ideal.
A morte é um assunto recorrente em diversas literaturas. Entretanto, ela é abordada de forma peculiar em cada lugar, conservando, desse modo, os traços da cultura à qual a literatura se refere.

1 - O currículo e a cultura africana

A escola é um local em que a diversidade cultural deve ser assegurada para que todos tenham garantido o direito de aprender e ampliar conhecimentos, sem serem obrigados a negar a si mesmo, ao grupo étnico/racial a que pertençam e adotar costumes, idéias e comportamentos que lhes são adversos.

 

Uma das principais conquistas da pós-modernidade foi a de dar voz e espaço ao que sempre se designou por margens.
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