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Há sempre muitas formas de se percorrer um livro. Para melhor compreender e apreciar Império, mito e miopia - Moçambique como invenção literária, de Francisco Noa, um bom método pode estar no recurso à própria mão do autor, o que significa revisitar alguns dos textos que ele vem nos apresentando desde que escolheu mergulhar no terreno algo pantanoso da chamada literatura colonial.
Dentre os numerosos estudos dedicados ultimamente à Literatura Angolana, muitos são os que lentamente têm ajudado a compor o seu quadro de fundo, na medida em que deixam entrever as perspectivas com que os contemporâneos souberam apreender os significados nela contidos.

"À Giovanna, com sua força nascente, gerada com a paz, para saber mais tarde que, apesar de tudo, ainda há muitos como Tyl em Angola e no mundo".

"A alegoria, segundo Walter Benjamin, não tem apenas o sentido tradicional que a Retórica lhe atribuiu. Possui um significado subjacente, sendo capaz de, figuradamente, "dizer o outro", desvelando criticamente aquilo que se encontrava reprimido".

 

Entre catástrofe e desespero, gritos e suspiros, lágrimas e sombras, também desabrocham Os pequenos botões sonham com o mel, de Carla Queiroz, jovem poeta angolana, vencedora do Prêmio António Jacinto/ 2001.
Paula Tavares funda em Angola uma nova dicção poética que repensa a questão da sexualidade reprimida das mulheres.

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