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ANÁLISE DA IMPLEMENTAÇÃO DA LEI 10.639/03 NAS

ESCOLAS DO CARIRI CEARENSE

 

DÁVILA MARIA FEITOSA DA SILVA 1

ANA CLÁUDIA EMÍDIO DA SILVA 2

JOSELINA DA SILVA 3


Resumo


O presente projeto surgiu do questionamento da presença e utilização de matérias didáticos e paradidáticos referente à Lei 10.639/03 que obriga o ensino de História e Cultura Africana e Afro-brasileira nas escolas públicas e privadas de todo o país a partir dos Centros de Multimeios de Escolas Públicas Estaduais da Região do Cariri, mais especificamente das cidades de Juazeiro do Norte, Crato e Barbalha, como também a qualificação dos indivíduos locados nestes centros, se realizavam projetos que envolvessem professores e alunos, ou seja, se as escolas através dos centros de multimeios estavam trabalhando em prol do que é preconizado pelo texto legal. Acreditando que a escola tem parcela importante no processo de auto-afirmação identitária nos aspectos positivos e negativos dos estudantes. Este estudo faz parte de uma sistematizada prática de pesquisa cunhada no Núcleo Brasileiro Latino Americano e Caribenho de Estudos em Relações Raciais Gênero e Movimentos Sociais – N ́BLAC, da Universidade Federal do Ceará, Campus avançado do Cariri.

26 a 29 de junho/2012, Universidade Federal do Espírito Santo – UFES,

Vitória (ES).

 

Grupo de Trabalho: Africanidades e Brasilidades em Direitos Humanos

 

Título: DO OUTRO LADO DO ATLÂNTICO: A ÁFRICA COMO

REFERENCIAL NAS PEDAGOGIAS PROPOSTAS PELO MOVIMENTO

NEGRO NO BRASIL

 

Ivan Costa Lima

 

Universidade Federal do Pará/UFPA – Campus Universitário de Marabá

Gabriela Nunes de Deus Oliveira1

Introdução

No romance O meu nome é Legião (2009), do escritor português António Lobo Antunes, encena-se um contexto de violência e marginalidade que pode ser observado nas periferias dos grandes centros urbanos. Na obra, oito jovens suspeitos, moradores do Bairro 1o de Maio – bairro próximo a Lisboa, conhecido pela "degradação física e inerentes problemas sociais" (ANTUNES, 2009, p. 9) –, roubam dois carros em uma noite, cometendo, a partir de então, uma sequência de crimes ao longo da madrugada.

Ao retratar um cenário metropolitano português em que convivem brancos, negros e mestiços, os dois últimos grupos (descendentes de imigrantes africanos) ocupando um lugar inferior na hierarquia social, a obra tematiza de forma contundente questões relacionadas às representações étnicas ligadas aos estereótipos raciais. Sendo assim, este trabalho pretende analisar O meu nome é Legião verificando o modo como a narrativa problematiza discursos raciais estereotipados. Para tanto, laçaremos mão do referencial teórico proveniente de Homi Bhabha (1998) e Stuart Hall (2006). Na análise do romance, também serão importantes as contribuições críticas de Ana Fonseca (2009) e Agripina Vieira (2007).

Universidade Federal do Espírito Santo

Grupo de Trabalho: Africanidades e Brasilidades em Literaturas

UMA (RE)LEITURA DO ROMANCE MUANA PUÓ (1978), DE PEPETELA, A PARTIR DA NOÇÃO DE TESTEMUNHO*

Wilberth Salgueiro1

Resumo: Muana Puó foi o primeiro romance escrito por Pepetela, em 1969, embora tenha sido publicado somente em 1978. O título se refere a uma máscara tchokuê, que simboliza o rito de passagem à vida adulta, e que serviu de mote para o escritor angolano elaborar sua alegoria a partir da luta entre corvos e morcegos, opressores e oprimidos. Num artigo de 1987, sobre essa narrativa, afirmei que "adotar como justificativa a posição de oprimidos, para explicar o uso de uma linguagem a serviço, engajada e até mesmo panfletária, julgamos inaceitável". Em 2012, vinte e cinco anos depois, releio o romance sob o prisma do testemunho, reavaliando as relações entre ética e estética, contando, agora, com o apoio de reflexões de Adorno em "O que significa elaborar o passado" (1959) e de análises de Marcelo Caetano ("O enigma de Muana Puó", 2004) e de Laura Padilha ("A força de um olhar a partir do Sul", 2009).

Uma montanha os separava. Que importava? Uma

montanha é pouco contra a fantasia. (Muana Puó.

Pepetela, 1978, p. 24)2

GT Africanidades e Brasilidades em Literaturas

 

Diário de uma solitária: Carolina, escritora negra e favelada

 

Luciano Marques da Silva

Orientação: Valeria Rosito, UFRRJ

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro

Instituto Multidisciplinar

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